De acordo com Silvio, das 4.600 pessoas envolvidas, 2.200 estão contratadas diretamente pela Aura, com carteira assinada, enquanto as outras 2.400 trabalham por meio de empresas terceirizadas que prestam serviços para o empreendimento. O secretário também mencionou que, em uma recente visita à barragem de Oiticica, notou a presença significativa de prestadoras de serviços potiguares atuando em Currais Novos.
A rentabilidade do projeto foi potencializada pelo preço elevado do ouro no mercado internacional, o que torna a extração extremamente lucrativa. A gestão canadense da empresa adotou um ritmo acelerado de operação, aproveitando o cenário econômico favorável. Para o governo estadual, o reflexo positivo não se limita aos lucros da empresa, mas também se reflete na geração de empregos e na movimentação econômica local.
Silvio Torquato ainda ressaltou que o Estado acompanha de perto o andamento do projeto e enxerga na mineração uma importante fonte de geração de renda para o interior do Rio Grande do Norte. O objetivo do governo é garantir que os benefícios da atividade permaneçam dentro da região, promovendo oportunidades para a população local.