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Jardim do Seridó é destaque em projeto pioneiro sobre envelhecimento saudável no RN

Apresentação dos resultados do Projeto SERIDÓ reforça importância de políticas públicas para idosos com 80 anos ou mais

Por Seridoense em 30 de maio de 2025

Foto: Reprodução/ Assessoria de Imprensa

Nesta sexta-feira (30), a Câmara Municipal de Jardim do Seridó foi palco da apresentação dos resultados preliminares do Projeto SERIDÓ: Saúde, Envelhecimento Robusto, Inclusão, Diversidade e Oportunidades. A ação é uma iniciativa inovadora que tem como foco avaliar a condição de saúde e promover a longevidade ativa da população idosa do município — que detém o maior Índice de Envelhecimento (IE) do Rio Grande do Norte.

A apresentação foi conduzida pelo coordenador do projeto, professor Eduardo Caldas Costa, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Os dados servirão de base para a criação de políticas públicas mais eficazes, especialmente voltadas para pessoas com 80 anos ou mais.

“Esse é um passo fundamental para compreendermos os desafios enfrentados por uma população que cresce rapidamente e que precisa de atenção específica em saúde, inclusão e qualidade de vida”, afirmou o professor.

Entre os presentes estavam a prefeita de Jardim do Seridó, Dra. Silvana de Lalá, secretários municipais, vereadores e o professor George Azevedo, diretor da Escola Multicampi de Ciências Médicas da UFRN e filho da cidade.

Diagnóstico pioneiro

O município foi escolhido para a etapa diagnóstica do projeto devido à sua expressiva população idosa e aos desafios locais relacionados ao envelhecimento. O estudo é resultado de uma parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UFRN, a Escola Multicampi de Ciências Médicas e a Secretaria Municipal de Saúde.

Mais de 100 profissionais estiveram envolvidos na execução da pesquisa, incluindo professores, universitários da área da saúde e membros da rede municipal. O objetivo principal foi avaliar a capacidade intrínseca dos idosos — conceito estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que considera cognição, mobilidade, vitalidade, visão, audição e saúde psicológica.

Os dados preliminares, segundo os organizadores, são fundamentais para orientar ações públicas concretas que promovam um envelhecimento ativo e digno.


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