Policial

Tragédia

Bebê de 1 ano e 4 meses morre após ficar presa ao cinto de bebê-conforto no DF

Criança estava sob os cuidados de uma cuidadora em Ceilândia; caso é investigado pela Polícia Civil

Por Seridoense em 15 de dezembro de 2025

Bebê morre enforcada em cadeirinha em creche clandestina no DF; mãe divulga mensagens com cuidadora – Foto: Reprodução

Uma bebê de 1 ano e 4 meses morreu nesta quinta-feira (11) após ficar presa ao cinto de um bebê-conforto enquanto estava sob os cuidados de uma cuidadora em uma residência localizada no Setor O, em Ceilândia, no Distrito Federal. O caso é investigado pela 24ª Delegacia de Polícia Civil do DF.

A criança foi identificada como Laura Rebeca Ribeiro dos Santos. De acordo com informações preliminares, a menina dormia quando acabou ficando presa ao cinto da cadeirinha, vindo a morrer por asfixia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a equipe constatou o óbito ainda no local.

A Polícia Militar foi chamada e preservou a residência até a chegada da Polícia Civil, que realizou os primeiros levantamentos e deu início às investigações para apurar as circunstâncias da morte.

Após a perda da filha, a mãe da bebê, Lorrany Stephane, divulgou nas redes sociais mensagens trocadas com a cuidadora cerca de uma hora antes do ocorrido. Em um áudio, a mãe perguntou como a filha estava. A cuidadora respondeu:
Mulher, relaxa. Eu estou aqui para isso mesmo, para cuidar. Ninguém trisca nos meus bebês”.

Quase uma hora depois, a cuidadora tentou entrar em contato com a mãe por telefone, sem sucesso, e enviou uma mensagem pedindo que ela fosse ao local com urgência: “Vem para cá, urgente”. As ligações seguintes só foram atendidas na terceira tentativa.

Na sexta-feira (12), a mãe informou que aquela havia sido a primeira vez que deixou Laura sob os cuidados da responsável pelo local. Segundo ela, a residência costumava receber outras crianças.

O caso segue sob investigação para esclarecer eventuais responsabilidades e confirmar as circunstâncias da morte.


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